A CONSTITUIÇÃO MÃE: A CRF/88 E O ARQUÉTIPO MATERNO

Florisvaldo Marques de SOUZA JUNIOR

Resumo


Este trabalho pretende uma aproximação entre o Direito Constitucional e a Psicologia Analítica, numa leitura interdisciplinar, demonstrando os traços do arquétipo materno na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, esperando-se que sua leitura resulte em maior conscientização dos juristas a respeito da psique inconsciente e da dimensão anímica da CRF/88.


Palavras-chave


Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Psicologia Analítica. Inconsciente coletivo. Arquétipo materno. Constituição simbólica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.21207/1983.4225.586