ASSÉDIO, SEXISMO E DESIGUALDADE DE GÊNERO NO AMBIENTE DE TRABALHO

Maria Neyrian de Fátima FERNANDES, Emanuele Seicenti de BRITO, Amanda Gonçalves SILVA, Isabelle Barros PICCOLO, Julia Lopes SOUZA, Laura Piccolo CUNHA, Thaís Suemi Varicoda MAKYAMA

Resumo


Pode-se notar no ambiente de trabalho a discriminação de gênero de maneira recorrente, variando tanto de formas indiretas quanto diretas. Deve-se ressaltar também que, embora muitas mulheres sejam afetadas pelo patriarcalismo, principalmente no ambiente de trabalho, aquelas pertencentes às classes menos favorecidas e afrodescendentes são as mais vulneráveis. Assim, este artigo objetiva discutir a posição da mulher frente ao mercado de trabalho com maior aprofundamento nos tópicos de ocupação -escolha profissional e pressão social-, processo contratual e as dificuldades enfrentadas, diferença salarial e, posteriormente, as discriminações sofridas pela mulher quando já inserida no ambiente profissional, dando maior ênfase à questão do assédio, tanto moral quanto sexual. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura. A mulher representa 52% da população brasileira, mas a sua participação no mercado de trabalho é apenas de 42%. Isso mostra um problema ainda muito presente no ambiente trabalhista, o preconceito com o gênero feminino na hora da contratação pelas empresas. A posição da mulher frente ao mercado de trabalho ainda é permeada de desafios a serem vencidos com a finalidade de equiparar os gêneros.


Palavras-chave


Feminismo, Machismo, Misoginia, Mercado de trabalho, Direito do Trabalho, Discriminação de gênero

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DOI: http://dx.doi.org/10.21207/1983.4225.615